Na E. E. José Cândido, 8°B e 9°C brigam desde de 2022
| Imagem meramente ilustrativa |
Tudo começou em 2022, numa partida de futebol entre duas turmas. Num contra-ataque, Wallace, do 7º ano, foi em direção à perna de um membro de Pedro, do 8º. Com isso, o aluno atingido disse que iria quebrar o rival, e na partida seguinte o ameaçado ficou de fora. As turmas já subiram para o 8º e o 9º, e a briga continua até hoje.
Pedro pensa que as brigas são saudáveis, pois ambas as partes querem resolver no futebol, e acha certo reagir às agressões, que, na visão dele, têm partido mais do outro lado: “Hoje em dia quem provoca é a turma adversária, procurando conflitos, metendo ambas as turmas em discussões e quase brigas físicas frequentemente.”
Segundo Luciana, coordenadora da escola, as brigas infelizmente são normais nesta idade, pois muitos alunos não têm o emocional desenvolvido nem apoio familiar. Para resolver o problema, ela prefere trabalhar com o diálogo, mas, em caso mais graves, os alunos podem chegar a ser punidos com uma suspensão.
Texto por Gustavo Brito, Lucas Silvino, Andrew Alves, Pedro Silva e Carlos Carvalho, 9ºC 2023
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