Mª Eduarda Gonçalo dos S.
Manuella
Helen R.
Gustavo L.
Kyara F.
Pedro H.
9º A 2023
Arayk, cidade central, lar de todos os seres do extremo e constante espaço. Uma cidade-plataforma que não vaga pela imensa escuridão, cidade que abrange todos os seres da maioria das galáxias. Neste local, tem seres de todos os tipos, sendo eles possíveis ou não de viver naquele espaço. As luzes da capital brilham, a atmosfera que os antigos conseguiram criar é limpa e abundante. Criaram este burgo com a intenção de salvar o seu povo do desastre que eles mesmos causaram, mas sua criação foi tão engenhosa que visitantes de outros sistemas vieram ver e se abrigar, coisa que nunca tinham feito até então.
Rotse passava pelas ruas da cidade central. Passava por carros que andavam e paravam nas plataformas ambulantes, as lojas piscavam em uma overdose de cores fortes. Passava por multidões de pessoas. Entrou em uma viela ou outra para escapar da enxurrada de almas, e logo chegou aos estacionamentos de espaçonaves que ficavam nas bordas de Arayk. Ele saiu do centro da cidade para encontrar o que procurava. Mesmo sabendo que conseguiria pegar uma espaçonave de pequeno porte para fazer todo esse percurso, o anúncio que vira pela rede espacial dizia para não chamar a atenção.
Ele passou procurando pela espaçonave que estaria no corredor 17. Era um processo demorado, já que nos anos anteriores fizeram mais de trinta e duas fileiras a mais de espaçonave. Isso mostrava o quanto a cidade estava crescendo. Cada vez mais visitantes de outros planetas, outros sistemas, e até outras galáxias vinham para cá, por tantos motivos diferentes… Passou por outros grupos que iam pegar suas espaçonaves. Eram de todos os tamanhos e formas, mas Rotse sabia especificamente qual tipo de espaçonave procurar, e só a encontrou depois de ter se perdido três vezes!
Para estacionar a tão esperada espaçonave na vaga eram necessárias mais duas vagas em todos os cantos. Tinha mais de dois andares internamente, pintura revestida com cobre e aço só do lado de fora, e a ponta da espaçonave era do tipo pontuda, que possibilitava duas entradas: uma por baixo, e outra na lateral da belezinha. Os anéis de energia que faziam a espaçonave decolar estavam em belíssimo estado, os donos dela tinham duplicado estes anéis e os colocado abaixo da nave. Rotse, quando a encontrou, viu uma pequena fila de pessoas que esperavam sua entrada. Ao entrar na fila, perguntou à pessoa na sua frente:
- Com licença, esta é a fila para a constelação Ether?
A moça que estava na sua frente, uma psenica de Wanturv de olhos alaranjados, olhou-o de cima a baixo e respondeu:
- Creio que sim… - Ela voltou a olhar para a frente. - Mas tem muitas pessoas se retirando lá na frente por não terem os ingressos. Caso você tenha, é só esperar…
Quando sua vez chegou, depois da garota psenica ter sido expulsa por não estar na lista, Rotse duvidava que seu nome estaria ali. Mas, quando mostrou sua identidade, o guarda o olhou com seus três olhos, e sorriu para ele, dizendo que era bem vindo e que já o esperava. Acionou um botão que fez a passagem de entrada por baixo da espaçonave se abrir, e apareceu outro guarda, que o levou para dentro. Depois de mostrado os dormitórios e refeitórios, o jovem foi mandado a se sentar junto de um grupo de pessoas na sala de espera. Ali, ele ficou por muito tempo. Depois que a espera terminou, com quatro pessoas a mais na sala do que quando havia chegado, dois guardas entraram pedindo para todos os presentes - no total, umas dez pessoas, contando com Rotse - que fossem ao centro da espaçonave. Não havia nada lá. Era só uma sala muito bem iluminada e ornamentada. No entanto, quando todos se concentraram no centro da sala, os guardas os prenderam em um campo de força e, rindo da cara deles, apertaram algo na lateral de suas cabeças. Os rostos que antes riam e conversavam com eles não passavam de hologramas. Tudo era apenas uma armação. Se tudo era mentira, o destino também seria?
Depois de muitas guerras, chegou a tão esperada concessão, que trouxe paz onde os antigos subjugaram visitantes por não tê-los ajudado antes de seu planeta explodir, e saíram grandes vitoriosos.
Todos os seres do espaço que pelo menos estudaram sabem que não ocorreu assim. Enquanto os líderes dos dois povos discutiam pelas diferenças como cultura, idioma ou costume, um grupo em que participavam pessoas dos dois lados tomou o poder das duas potências, ajudaram a tecnologizar as urbes e fizeram um tratado de paz. É este tratado que é utilizado até os dias de hoje para ajudar planetas amigos.
Mas nem todos os planetas são tão amigáveis assim. Alguns ainda desconfiam do tratado, tanto pelo modo de como foi iniciado, quanto pelos seus membros. Por causa desses motivos, evitavam que seus povos fossem para Arayk. Encabulados, os participantes do congresso do tratado fizeram um acordo de não se envolver em quase nada da cidade, a não ser a parte de segurança da cidade e dos povos que lá viviam. No fim de tudo, Arayk era uma nação próspera sem nada a lhe comandar.
Capítulo 1
Todos os seres do espaço que pelo menos estudaram sabem que não ocorreu assim. Enquanto os líderes dos dois povos discutiam pelas diferenças como cultura, idioma ou costume, um grupo em que participavam pessoas dos dois lados tomou o poder das duas potências, ajudaram a tecnologizar as urbes e fizeram um tratado de paz. É este tratado que é utilizado até os dias de hoje para ajudar planetas amigos.
Mas nem todos os planetas são tão amigáveis assim. Alguns ainda desconfiam do tratado, tanto pelo modo de como foi iniciado, quanto pelos seus membros. Por causa desses motivos, evitavam que seus povos fossem para Arayk. Encabulados, os participantes do congresso do tratado fizeram um acordo de não se envolver em quase nada da cidade, a não ser a parte de segurança da cidade e dos povos que lá viviam. No fim de tudo, Arayk era uma nação próspera sem nada a lhe comandar.
Capítulo 1
Ele passou procurando pela espaçonave que estaria no corredor 17. Era um processo demorado, já que nos anos anteriores fizeram mais de trinta e duas fileiras a mais de espaçonave. Isso mostrava o quanto a cidade estava crescendo. Cada vez mais visitantes de outros planetas, outros sistemas, e até outras galáxias vinham para cá, por tantos motivos diferentes… Passou por outros grupos que iam pegar suas espaçonaves. Eram de todos os tamanhos e formas, mas Rotse sabia especificamente qual tipo de espaçonave procurar, e só a encontrou depois de ter se perdido três vezes!
Para estacionar a tão esperada espaçonave na vaga eram necessárias mais duas vagas em todos os cantos. Tinha mais de dois andares internamente, pintura revestida com cobre e aço só do lado de fora, e a ponta da espaçonave era do tipo pontuda, que possibilitava duas entradas: uma por baixo, e outra na lateral da belezinha. Os anéis de energia que faziam a espaçonave decolar estavam em belíssimo estado, os donos dela tinham duplicado estes anéis e os colocado abaixo da nave. Rotse, quando a encontrou, viu uma pequena fila de pessoas que esperavam sua entrada. Ao entrar na fila, perguntou à pessoa na sua frente:
- Com licença, esta é a fila para a constelação Ether?
A moça que estava na sua frente, uma psenica de Wanturv de olhos alaranjados, olhou-o de cima a baixo e respondeu:
- Creio que sim… - Ela voltou a olhar para a frente. - Mas tem muitas pessoas se retirando lá na frente por não terem os ingressos. Caso você tenha, é só esperar…
Quando sua vez chegou, depois da garota psenica ter sido expulsa por não estar na lista, Rotse duvidava que seu nome estaria ali. Mas, quando mostrou sua identidade, o guarda o olhou com seus três olhos, e sorriu para ele, dizendo que era bem vindo e que já o esperava. Acionou um botão que fez a passagem de entrada por baixo da espaçonave se abrir, e apareceu outro guarda, que o levou para dentro. Depois de mostrado os dormitórios e refeitórios, o jovem foi mandado a se sentar junto de um grupo de pessoas na sala de espera. Ali, ele ficou por muito tempo. Depois que a espera terminou, com quatro pessoas a mais na sala do que quando havia chegado, dois guardas entraram pedindo para todos os presentes - no total, umas dez pessoas, contando com Rotse - que fossem ao centro da espaçonave. Não havia nada lá. Era só uma sala muito bem iluminada e ornamentada. No entanto, quando todos se concentraram no centro da sala, os guardas os prenderam em um campo de força e, rindo da cara deles, apertaram algo na lateral de suas cabeças. Os rostos que antes riam e conversavam com eles não passavam de hologramas. Tudo era apenas uma armação. Se tudo era mentira, o destino também seria?
Capítulo 2
Tudo estava relativamente silencioso. A nave já havia se distanciado de Arayk fazia muito tempo, não se sabia há quanto tempo eles estavam vagando. Os pilotos já tinham usado uma dobra espacial que fazia a espaçonave viajar muito rápido no espaço. As pessoas dentro do campo não viam as pessoas de fora havia horas, tantas que até surgiu a dúvida de não haver ninguém pilotando a nave. A única coisa a fazer era conversar uns com os outros, e foi o que Rotse fez, logo que conheceu alguns dos prisioneiros, como: Terfiny, uma mulher-gárgula que veio de um planeta focado nos minérios chamado Brinn, que trazia materiais a Arayk; Carli e Carfi, irmãos que vieram de Skenwol, planeta onde treinam os guardas que protegem a cidade central; Yeremis, um professor de Wenarv, que só estava em viagem; um cientista chamado Wolcont; e outra cientista chamada Kaynna, que veio de Wanturv, planeta vizinho de Wenarv, que se concentra em estudar os ecossistemas de outros planetas. Os outros cinco, um homem pequeno, híbrido de raposa, chamado Herly, mais duas garotas do tipo aquático de Conduq, um homem de armadura e uma mulher que tinha asas, não quiseram conversar com ninguém. Comida não faltava, pois a maioria das pessoas tinha vindo com suas bolsas de viagem, e levavam seus próprios alimentos, então não era algo de extrema emergência.
Contudo, em algum momento algo saiu da porta de onde eles vieram. Algo que quase ninguém percebeu a presença, seres que não se encaixavam em nenhuma forma física, mais parecidos com espectros. Eles vinham, injetavam algo no pescoço dos prisioneiros, que simplesmente apagavam, e iam embora. Os últimos a apagar pensavam que tudo não passava de sonho. Os presos acordavam depois de semanas, achando que era só mais um dia. Em uma dessas sessões, todos apagaram e só acordaram quando raios de sol batiam nas pequenas janelas da nave. Alguns chegaram perto de onde deveria se encontrar o campo de força, que não estava mais presente. Andaram pela espaçonave, agora com a aparência de maus cuidados, e, na sala de controle, viram que todo o sistema de comando estava destruído e corrompido. Outros, depois de saírem da prisão, foram abrir a porta que os separava do lado de fora.
Era magnífico o novo mundo. Florestas nunca antes vistas, atmosfera limpa e exuberante, animais voavam nos céus fazendo todo tipo de som. Estavam em uma grande clareira que marcava o começo de uma floresta e um planalto longínquo. Do outro lado da clareira, havia outra espaçonave, com as bordas de metal. Algumas pessoas desciam dela. Quando as viram, acenaram para os visitantes da segunda espaçonave.
As pessoas que estavam com Rotse saíram de sua espaçonave. Carfi tinha recomendado tomarem cuidado com os da outra espaçonave. No total eram treze pessoas, entre elas homens, mulheres e uma criança. Em uma conversa amistosa, descobriram que aquelas pessoas tinham vindo de maneira semelhante a eles, só que com propósitos divergentes. A maioria falava apenas uma língua, além da nativa, que era o idioma usado em Arayk - o Ynoriviano, uma língua comum. Contudo, havia aqueles que não falavam mais que o idioma do próprio sistema solar. Sorte que havia algumas pessoas como Yeremis e Rotse que sabiam mais de três idiomas além do nativo. Os nomes das mulheres eram Irt, Escarlli, Harttemis, Nix, Ougri e Zubon. Dos homens, Placalr, Esprandaa, Zarien, Arppollo, Drovum e Brasent. Quando perguntado em volta de uma fogueira o nome da criança, ela disse entre um grande sorriso:
Contudo, em algum momento algo saiu da porta de onde eles vieram. Algo que quase ninguém percebeu a presença, seres que não se encaixavam em nenhuma forma física, mais parecidos com espectros. Eles vinham, injetavam algo no pescoço dos prisioneiros, que simplesmente apagavam, e iam embora. Os últimos a apagar pensavam que tudo não passava de sonho. Os presos acordavam depois de semanas, achando que era só mais um dia. Em uma dessas sessões, todos apagaram e só acordaram quando raios de sol batiam nas pequenas janelas da nave. Alguns chegaram perto de onde deveria se encontrar o campo de força, que não estava mais presente. Andaram pela espaçonave, agora com a aparência de maus cuidados, e, na sala de controle, viram que todo o sistema de comando estava destruído e corrompido. Outros, depois de saírem da prisão, foram abrir a porta que os separava do lado de fora.
Era magnífico o novo mundo. Florestas nunca antes vistas, atmosfera limpa e exuberante, animais voavam nos céus fazendo todo tipo de som. Estavam em uma grande clareira que marcava o começo de uma floresta e um planalto longínquo. Do outro lado da clareira, havia outra espaçonave, com as bordas de metal. Algumas pessoas desciam dela. Quando as viram, acenaram para os visitantes da segunda espaçonave.
As pessoas que estavam com Rotse saíram de sua espaçonave. Carfi tinha recomendado tomarem cuidado com os da outra espaçonave. No total eram treze pessoas, entre elas homens, mulheres e uma criança. Em uma conversa amistosa, descobriram que aquelas pessoas tinham vindo de maneira semelhante a eles, só que com propósitos divergentes. A maioria falava apenas uma língua, além da nativa, que era o idioma usado em Arayk - o Ynoriviano, uma língua comum. Contudo, havia aqueles que não falavam mais que o idioma do próprio sistema solar. Sorte que havia algumas pessoas como Yeremis e Rotse que sabiam mais de três idiomas além do nativo. Os nomes das mulheres eram Irt, Escarlli, Harttemis, Nix, Ougri e Zubon. Dos homens, Placalr, Esprandaa, Zarien, Arppollo, Drovum e Brasent. Quando perguntado em volta de uma fogueira o nome da criança, ela disse entre um grande sorriso:
- Meu nome é Darthy, filho da lua de Thyr.
Hoje sabemos que esta criança era a mais doce e inocente de todo este planeta.
Com o passar dos dias, os dois grupos construíram uma pequena vila com a ajuda dos engenheiros Irt e Rotse, e os mineradores Terfiiny, Herly, Brasent e Drovu. Escalli e Tinnir, médicas do grupo, cuidavam daqueles que tinham alguns problemas na cidadela, enquanto Kaynna, Zubon e Wollcont, que eram cientistas, estudavam os microrganismos e possíveis curas para alguns tipos de doenças que poderiam vir a ocorrer. Yeremis ensinava outras línguas para aqueles que só sabiam a nativa. Alguns como Arppollo e as duas garotas aquáticas chamadas Kynnich e Frigga, que eram detetives e não tinham o que fazer, estavam investigando possíveis seres inteligentes que poderiam existir ali. Os responsáveis por proteger a vila e caçar alimentos eram Placalr, Uogri, condessa dos espinhos, Carlin, a venenosa, Vlockov, o armadurado, e Carfi. Aqueles que sobraram cuidavam ou da vila, ou das naves como Harttemis, que era responsável pelo conserto da espaçonave e das mensagens para a Cidade Central.
Com o passar dos dias, os dois grupos construíram uma pequena vila com a ajuda dos engenheiros Irt e Rotse, e os mineradores Terfiiny, Herly, Brasent e Drovu. Escalli e Tinnir, médicas do grupo, cuidavam daqueles que tinham alguns problemas na cidadela, enquanto Kaynna, Zubon e Wollcont, que eram cientistas, estudavam os microrganismos e possíveis curas para alguns tipos de doenças que poderiam vir a ocorrer. Yeremis ensinava outras línguas para aqueles que só sabiam a nativa. Alguns como Arppollo e as duas garotas aquáticas chamadas Kynnich e Frigga, que eram detetives e não tinham o que fazer, estavam investigando possíveis seres inteligentes que poderiam existir ali. Os responsáveis por proteger a vila e caçar alimentos eram Placalr, Uogri, condessa dos espinhos, Carlin, a venenosa, Vlockov, o armadurado, e Carfi. Aqueles que sobraram cuidavam ou da vila, ou das naves como Harttemis, que era responsável pelo conserto da espaçonave e das mensagens para a Cidade Central.
Mesmo com a vila em paz, todos se sentiam observados, não importava onde estivessem. E com razão, pois existiam algumas pessoas que faziam parte de um Grei, e falavam e faziam o que Grei mandava. Entretanto, não foi só isso que mudou a vida da cidadela: alguns pequenos seres do planeta começaram a surgir. Os primeiros a descobri-los foram os mineradores, que estavam escavando quando encontraram uma gruta onde, no fundo, havia uma pequena forma dentro de um grande cristal, que os olhava com curiosidade e tinha a altura de Darthy. Ela ria discretamente dos rostos deles refletidos nos cristais. Timidamente, foi se aproximando dos viajantes e, mesmo depois de os mineradores terem saído da gruta, o pequeno ser os seguiu até a vila, onde a chamaram de Irhir. Ela ajudava os mineiros a achar os materiais que precisavam.
Com o tempo, adquiria mais a característica dos mineradores, como se fosse criação deles. Logo após Irhir das minas, veio Qythwu, dos guerreiros, vinda de uma águia que sempre os ajudava a encontrar o inimigo; Xoubli, dos cientistas, vindo de um experimento com venenos silvestres; Swen, dos médicos, que procuravam plantas medicinais; Guben, do professor, que encontrou-o no fundo do mar; Jhafer, dos engenheiros, que a encontraram em um dos bunkers subterrâneos feitos para não serem atrapalhados pela Grei, uma aranha híbrida; Luchen, dos cidadãos, que, no dia em que estavam em colheita de cogumelos comestíveis, descobriram que ele pertencia a uma antiga civilização; e, por último, Odzeny, dos detetives, que o encontraram em uma noite em que as luas estavam no ponto mais alto do céu, quando, durante a vigia, escutaram pequenas e lentas risadas infantis ecoando. Logo encontraram o início dessas risadas: um garotinho feito de matéria escura e estrelas. Este garotinho ajudou os visitantes a conseguirem algumas pistas sobre a Grei.
Capítulo 3
Os cidadãos descobriram os planos que a Grei tinha para aquele pequeno mundo: planejavam absorver todos os seres antes conseguidos pelos visitantes, usando-os para consumir toda a inteligência dos viajantes, de forma a tornarem-se os “seres perfeitos do universo”, e depois tomar o controle sobre as massas afora, criando um grande império que iria revelar a verdade sobre a grande cidade de Arayk e todos os seus segredos. Lógico que a ideia era uma grande loucura naquele momento, mas com as traições de alguns viajantes, Grei conseguiu algumas maquetes de possíveis naves e armamentos. Só não conseguiram completar seu plano pois não tinha o material necessário. Então, para forçar os viajantes, eles atacaram a cidade. Em um desses ataques, Qythwu foi morto e queimado, Swen foi mutilado e Luchen morreu em combate, por estrangulamento. Só depois da morte de Luchen, descobriu-se que ele começou a ganhar características dos moradores locais. Moradores também morreram: as batalhas levaram Carfi, Escarlli, Frigga, Wollcon, Vlockov, Yemeri e Nix. A morte de todos não foi em vão. Na verdade, foi por causa deles que a Grei foi destruída, de dentro para fora, por aqueles que se infiltraram, modificaram e manipularam o pensamento de algumas pessoas de nível mais baixo da organização.
Uma vez que ela caiu, um acordo rígido foi estabelecido com aqueles que sobraram. Com sua ajuda, conseguiram reconstruir a nave e fazer contato com a segurança de Arayk, que enviou guardas para escoltar os criminosos.
Todavia, uma dúvida ainda pairava nas cabeças daqueles que sobreviveram: se a Grei, quando eles haviam chegado, ainda não tinha começado a se tecnologizar, então quem os tinha enviado para aquele planeta? Para onde eles tinham ido? Ainda estavam no planeta? Sabemos que estas perguntas não seriam respondidas independente da situação. Então, que elas continuem onde estão, pois, às vezes, é melhor que algumas perguntas não sejam apresentadas, nem respondidas.
Os cidadãos descobriram os planos que a Grei tinha para aquele pequeno mundo: planejavam absorver todos os seres antes conseguidos pelos visitantes, usando-os para consumir toda a inteligência dos viajantes, de forma a tornarem-se os “seres perfeitos do universo”, e depois tomar o controle sobre as massas afora, criando um grande império que iria revelar a verdade sobre a grande cidade de Arayk e todos os seus segredos. Lógico que a ideia era uma grande loucura naquele momento, mas com as traições de alguns viajantes, Grei conseguiu algumas maquetes de possíveis naves e armamentos. Só não conseguiram completar seu plano pois não tinha o material necessário. Então, para forçar os viajantes, eles atacaram a cidade. Em um desses ataques, Qythwu foi morto e queimado, Swen foi mutilado e Luchen morreu em combate, por estrangulamento. Só depois da morte de Luchen, descobriu-se que ele começou a ganhar características dos moradores locais. Moradores também morreram: as batalhas levaram Carfi, Escarlli, Frigga, Wollcon, Vlockov, Yemeri e Nix. A morte de todos não foi em vão. Na verdade, foi por causa deles que a Grei foi destruída, de dentro para fora, por aqueles que se infiltraram, modificaram e manipularam o pensamento de algumas pessoas de nível mais baixo da organização.
Uma vez que ela caiu, um acordo rígido foi estabelecido com aqueles que sobraram. Com sua ajuda, conseguiram reconstruir a nave e fazer contato com a segurança de Arayk, que enviou guardas para escoltar os criminosos.
Todavia, uma dúvida ainda pairava nas cabeças daqueles que sobreviveram: se a Grei, quando eles haviam chegado, ainda não tinha começado a se tecnologizar, então quem os tinha enviado para aquele planeta? Para onde eles tinham ido? Ainda estavam no planeta? Sabemos que estas perguntas não seriam respondidas independente da situação. Então, que elas continuem onde estão, pois, às vezes, é melhor que algumas perguntas não sejam apresentadas, nem respondidas.
Fim?

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